Congresso reúne, em Chapecó, especialistas em políticas públicas direcionadas ao trabalho infantil

Inscrições gratuitas e ilimitadas online até às 12h do dia 19 de março e, pessoalmente, no Congresso que tem como sede o Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes

Chapecó - O I Congresso Catarinense de Combate ao Trabalho Infantil, que acontece em Chapecó nos dias 20 e 21 de março, busca ser um vetor do debate sobre o tema no estado. Serão dois dias de palestras sobre políticas públicas e a conjuntura de Santa Catarina com especialistas e autoridades atuantes no combate à exploração da mão de obra infantil.

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Audiência Pública discutirá inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho em Itajaí e região

Florianópolis -  O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina, por meio da Procuradora-Chefe Quézia de Araújo Duarte Nieves Gonzalez, lançou hoje o Edital de Convocação da Audiência Pública que será realizada no dia 13 de abril de 2018, em Itajaí, para promover a acessibilidade e a inclusão no trabalho de pessoas com deficiência e reabilitados pela Previdência Social, visando o cumprimento da cota estabelecida no art. 93 da Lei nº 8.213/1991.

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TST: É de competência da Justiça do Trabalho julgar caso de discriminação estética cometida pela Guarda Municipal de Florianópolis

Florianópolis - Os Ministros da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), declararam por unanimidade, a competência da Justiça do Trabalho para julgar a Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC), em 2015, contra o Município de Florianópolis, considerando discriminatórias as regras que impedem aos seus guardas municipais o uso de brincos, cabelos compridos, barbas e bigodes “volumosos”. O TST determinou o retorno do processo ao Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região para que aprecie as demais razões de recurso ordinário do réu, como entender de direito.   

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Perdas com acidentes de trabalho custam mais de R$ 26 bi da Previdência

Santa Catarina ocupa o segundo lugar no ranking de gastos com afastamentos previdenciários. De acordo com Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, foram perdidas mais de 15 mil vidas entre 2012 e 2017

Brasília – De 2012 até 2017, cerca de 15 mil trabalhadores não voltaram para casa, no Brasil, entrando para a estatística de vítimas de acidentes de trabalho fatais. “Além da perda de mais de 15 mil vidas humanas, são 2.500 famílias que ficam órfãs a cada ano devido à negligência de empregadores que não consideram o trabalho seguro como condição para o trabalho digno”, alertou o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury, durante apresentação dos números atualizados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, no dia 05 de março de 2018.

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